Minas Gerais vai ter sete hospitais referência em atendimentos a queimados de alta complexidade até 2025

Documento com medidas e ações prevê unificação e otimização dos atendimentos em todas as regiões do Estado a partir de 2025
Por Raquel Penaforte O Tempo
Um protocolo de atendimento e tratamento às vítimas de queimaduras de alta complexidade foi lançado pelo Hospital João XXIII nesta sexta-feira (7) e vai ser aplicado em outras cinco unidades de saúde de Minas Gerais. Atualmente, apenas o HPS em Belo Horizonte e o Hospital das Clínicas em Uberlândia, no Triângulo, possuem estrutura para este tipo de atendimento. A ideia é desafogar o João XXIII, que hoje é referência neste tipo de atendimento com cerca de 1.900 do tipo ao ano, e dar mais qualidade e eficácia aos tratamentos médicos.
Um protocolo de atendimento e tratamento às vítimas de queimaduras de alta complexidade foi lançado pelo Hospital João XXIII nesta sexta-feira (7) e vai ser aplicado em outras cinco unidades de saúde de Minas Gerais. Atualmente, apenas o HPS em Belo Horizonte e o Hospital das Clínicas em Uberlândia, no Triângulo, possuem estrutura para este tipo de atendimento. A ideia é desafogar o João XXIII, que hoje é referência neste tipo de atendimento com cerca de 1.900 do tipo ao ano, e dar mais qualidade e eficácia aos tratamentos médicos.
"Iniciar o tratamento nas primeiras 24 horas após a queimadura é fundamental para o paciente, mas, se a vítima é de outra região do Estado, é praticamente impossível que ela chegue ao João XXIII neste prazo. Com o protocolo e a linha de cuidados, a gente amplia as possibilidades de atendimento a mais cinco hospitais do estado para os atendimentos mais complexos e dá mais estrutura a outras unidades, que serão capazes de oferecer atendimentos para média e baixa complexidade", explicou a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), Kelly Araújo.
A proposta é que as outras cinco unidades de saúde estejam aptas até março de 2025. São elas: Santa Casa de Poços de Caldas, em Poços de Caldas, na região Extremo Sul; Santa Casa de Bom Despacho, em Bom Despacho, região Oeste; Hospital das Clínicas Doutor Mário Ribeiro da Silveira, em Montes Claros, região Norte; Santa Casa de Paraíso, em São Sebastião do Paraíso, na região Sudoeste e Casu Irmã Denise, em Caratinga, no Vale do Aço.
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Um protocolo de atendimento e tratamento às vítimas de queimaduras de alta complexidade foi lançado pelo Hospital João XXIII nesta sexta-feira (7) e vai ser aplicado em outras cinco unidades de saúde de Minas Gerais. Atualmente, apenas o HPS em Belo Horizonte e o Hospital das Clínicas em Uberlândia, no Triângulo, possuem estrutura para este tipo de atendimento. A ideia é desafogar o João XXIII, que hoje é referência neste tipo de atendimento com cerca de 1.900 do tipo ao ano, e dar mais qualidade e eficácia aos tratamentos médicos.
"Iniciar o tratamento nas primeiras 24 horas após a queimadura é fundamental para o paciente, mas, se a vítima é de outra região do Estado, é praticamente impossível que ela chegue ao João XXIII neste prazo. Com o protocolo e a linha de cuidados, a gente amplia as possibilidades de atendimento a mais cinco hospitais do estado para os atendimentos mais complexos e dá mais estrutura a outras unidades, que serão capazes de oferecer atendimentos para média e baixa complexidade", explicou a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), Kelly Araújo.
A proposta é que as outras cinco unidades de saúde estejam aptas até março de 2025. São elas: Santa Casa de Poços de Caldas, em Poços de Caldas, na região Extremo Sul; Santa Casa de Bom Despacho, em Bom Despacho, região Oeste; Hospital das Clínicas Doutor Mário Ribeiro da Silveira, em Montes Claros, região Norte; Santa Casa de Paraíso, em São Sebastião do Paraíso, na região Sudoeste e Casu Irmã Denise, em Caratinga, no Vale do Aço.
Reforços
Segundo o diretor-geral do Hospital João XXIII, Fabrício Giarola, a unidade de saúde possui 35 leitos para atendimento de queimados (adultos e crianças), sendo 24 leitos de enfermaria e 11 de CTI, mas, todos os dias, há uma fila de aproximadamente dez pessoas com essa demanda aguardando vaga na unidade.
"A gente atende pessoas de todo Minas Gerais, e às vezes, o paciente sai de longe para fazer um curativo relativamente simples, ocupando a vaga de uma mais grave. Com a ampliação do protocolo de atendimento, a gente consegue dar lugar às vítimas mais graves", disse.
Campanha Junho Laranja
Junho é o mês de conscientização dos riscos de queimaduras. De acordo com o Ministério da Saúde, crianças e adolescentes são as maiores vítimas deste tipo de acidentes e as com maior probabilidade de morrer por esta razão.
Atualmente, queimaduras são a quarta maior causa de morte de crianças no país.
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