Ídolo do Cruzeiro, Piazza celebra 82 anos e é homenageado pela CBF

Ídolo do Cruzeiro, Piazza celebra 82 anos e é homenageado pela CBF
Wilson Piazza é um dos maiores ídolos da história do Cruzeiro Foto: Reprodução/Instagram/@cruzeiro
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Com 566 jogos, Piazza foi o quarto jogador que mais vezes atuou pelo clube estrelado

O TEMPO Sports

 

Confederação Brasileira de Futebol (CBF) utilizou suas redes nesta terça-feira (25 de fevereiro) para homenagear o ex-jogador Piazza pelo seu aniversário de 82 anos. Considerado um dos ídolos da história do Cruzeiro. O eterno camisa 5 jogou no Cruzeiro até 1978. Ao longo dos 15 anos, atuou ao lado de nomes como Raúl Plassmann, Nelinho, Dirceu Lopes, Jairzinho, Tostão, Palhinha e sagrou-se campeão do brasileiro de 1966 e da Libertadores de 1976, além de ter vencido dez Campeonatos Mineiros (1965, 66, 67, 68, 69, 72, 73, 74, 75 e 77). 

Com 566 jogos, Piazza foi o quarto jogador que mais vezes atuou pelo clube estrelado.  Além disso, Raposa foi o único clube da carreira de Piazza, que se aposentou em 1978.

“A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) parabeniza Piazza, um dos heróis da conquista do Tri em 1970, pelo aniversário de 82 anos, celebrado nesta terça-feira (25). Titular em todos os jogos da Copa, o mineiro de Ribeirão das Neves formou com Brito a zaga da Seleção no México e foi um dos pilares do título”, escreveu a entidade máxima do futebol brasileiro.

“Piazza surgiu em 1962 no Renascença, equipe de Belo Horizonte que encerrou suas atividades em 1967, e pouco depois se transferiu para o Cruzeiro. Desde sempre, uniu qualidade técnica nos passes e poder de marcação”, completou.


Seleção brasileira

Atual jogador do Cruzeiro, Lucas Silva conversa com Piazza, ídolo da Raposa | Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

 

A história de Piazza com a Amarelinha foi construída de 1967 a 1976. Nesse período, disputou 66 partidas, com 45 vitórias, 15 empates e seis derrotas, e foi convocado para o Mundial de 1974, na Alemanha. Além da Jules Rimet, levantou as taças da Copa Rio Branco (1967 e 68), da Copa Roca (1971) e da Taça Independência (1972).

Fora dos gramados, trabalhou em prol do futebol como vereador de Belo Horizonte e secretário municipal de esportes. Ainda durante a Copa de 74, encabeçou um movimento junto ao Governo Federal que defendia alternativas sociais e educativas aos jogadores de futebol.

O Governo aceitou e, em seguida, surgiram as Associações de Garantia ao Atleta Profissional (AGAP), cujo objetivo era assistir educacional e socialmente ex-atletas e atletas profissionais e em formação em uma profissionalização alternativa.

Em 1995, por determinação do então Ministro do Esporte, Pelé, os recursos destinados às AGAPs passaram a ser geridos pela Federação das Associações de Atletas Profissionais (FAAP), presidida até novembro de 2022 por Piazza, que segue como presidente de honra da entidade.