Auxiliares de serviço da educação básica de Minas Gerais paralisam atividades por reajuste salarial

Categoria cobra pagamento de salário mínimo, adicional de insalubridade e reconhecimento previdenciário
O TEMPO
Os auxiliares de serviço da educação básica (ASB) de Minas Gerais vão realizar uma paralisação nesta sexta-feira (21 de março) para reivindicar melhores condições salariais e direitos trabalhistas. A categoria, que é responsáveis pelas ações de cuidado e manutenção do espaço escolar, cobra do governo estadual um reajuste que garanta o pagamento do salário mínimo, além do reconhecimento dos direitos previdenciários e do adicional de insalubridade.
Atualmente, segundo os trabalhadores, há profissionais no estado recebendo um vencimento básico de R$ 1.466,58, valor inferior ao salário mínimo vigente. Os ASBs são responsáveis por atividades essenciais dentro das unidades escolares, como manutenção e limpeza dos espaços, além do suporte no cuidado com os alunos.
Para marcar a mobilização, a categoria realiza um ato público com concentração às 8h na Praça Raul Soares, no Centro de Belo Horizonte. Às 10h, haverá uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para debater a situação da categoria, com a presença de representantes do governo estadual, da Secretaria de Educação e de entidades sindicais.
Na parte da tarde, às 14h30, os trabalhadores se reúnem em plenária para discutir os próximos passos da mobilização. Até o momento, o governo de Minas Gerais não se pronunciou oficialmente sobre as reivindicações da categoria.
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